Nos dias 12 e 13 de agosto, a BOW 360 esteve com estande montado no ExpoRio, na Cidade Nova, não numa feira de marketing digital ou consultoria, mas no Blockchain.RIO, o maior evento institucional de blockchain e ativos digitais da América Latina, ao lado de CVM, Banco Central do Brasil, Itaú, BTG Pactual, Bradesco, Ripple, Tether e mais de 500 palestrantes internacionais.
O convite veio do Sebrae RJ, que integrou a BOW 360 à sua trilha institucional dentro da programação oficial do evento, um dos onze fóruns estratégicos do Blockchain.RIO, ao lado de nomes como Stablecon, Global Finance Forum e AI Frontiers.
A pergunta mais natural é: o que uma consultoria de RevOps estava fazendo no meio de reguladores e bancos discutindo tokenização e infraestrutura financeira digital? A resposta é mais direta do que parece.
# Por que uma consultoria de RevOps num evento de blockchain
O Blockchain.RIO não é sobre criptomoeda como especulação. É, segundo a própria descrição do evento, uma plataforma de encontro para reguladores, instituições financeiras, governos e líderes de infraestrutura de ativos digitais. O tema central é infraestrutura de confiança: como sistemas financeiros movem valor de forma segura, rastreável e auditável em escala.
Isso não é tão distante do que a BOW 360 faz todo dia quanto parece à primeira vista. RevOps também é, na essência, infraestrutura, só que de receita, não de ativos digitais. A mesma disciplina que garante que uma transação bancária seja rastreável do início ao fim é o princípio que aplicamos para garantir que um lead seja rastreável do primeiro clique até o fechamento, sem se perder no caminho.
# A escala do evento e o que isso representa
O Blockchain.RIO reuniu, segundo os próprios números divulgados pelo evento, participantes de dezenas de países, com milhões de impressões em publicações especializadas, consolidando-se como o principal ponto de encontro entre regulação, mercado financeiro tradicional e infraestrutura de ativos digitais na América Latina.
Entre os palestrantes confirmados estavam o presidente da CVM, diretores do Banco Central, executivos de digital assets do Itaú, BTG Pactual, Bradesco e Standard Chartered, além de líderes globais de empresas como Ripple, Tether, Visa e AWS. Não é um evento de nicho tech, é onde regulador, banco tradicional e infraestrutura digital sentam na mesma mesa para decidir como o dinheiro vai se mover nos próximos anos.
Estar ali, com estande próprio, representando a trilha institucional do Sebrae RJ, colocou a BOW 360 lado a lado com esse nível de conversa, não como observador, mas como parte da programação oficial.
# O que representamos ali
O papel da BOW 360 nesse contexto foi específico: mostrar que a mesma disciplina de infraestrutura que move os grandes sistemas financeiros do mundo pode, e deve, ser aplicada dentro de qualquer PME que queira crescer com previsibilidade.
Enquanto grandes bancos discutiam tokenização e liquidação instantânea de ativos, no estande da BOW 360 a conversa era sobre o problema espelhado, em escala menor: empresas que não sabem, em tempo real, quanto de receita têm garantida, porque o dado do CRM não conversa com o dado da mídia paga, porque o funil de vendas não tem critério objetivo, porque o forecast é feito por opinião.
O paralelo não é coincidência. RevOps é, cada vez mais, entendido como a versão comercial de um problema que o setor financeiro já enfrentou e está resolvendo com infraestrutura: dado fragmentado custa dinheiro e gera risco, em qualquer escala.
# Por que o Sebrae levou RevOps para dentro desse debate
A presença de uma trilha do Sebrae dentro da programação oficial do Blockchain.RIO tem um significado que vai além do estande em si: é o reconhecimento de que a transformação de infraestrutura discutida no palco principal (rastreabilidade, dado confiável, sistemas que não dependem de confiança cega) também é urgente para a pequena e média empresa brasileira, não só para banco e fundo de investimento.
A BOW 360 foi convidada justamente porque representa, na prática, essa aplicação: como levar disciplina de dado e infraestrutura de confiança para dentro de uma operação comercial de porte pequeno ou médio, sem o orçamento de um banco, mas com a mesma exigência de rigor.
# O que trouxemos de volta para os clientes da BOW 360
Três conversas do evento reforçaram princípios que já aplicamos, e vale compartilhar.
Confiança em sistema, não em pessoa, é o que escala. Toda a discussão sobre infraestrutura de ativos digitais gira em torno de tirar a confiança da pessoa (o intermediário, o funcionário, a promessa verbal) e colocar na arquitetura do sistema. É exatamente o mesmo princípio por trás de RevOps: um funil que só funciona porque um vendedor específico lembra de atualizar não escala; um funil com critério objetivo e automação escala.
Rastreabilidade de ponta a ponta não é luxo, é pré-requisito. Nenhuma instituição séria discutida naquele palco opera sem conseguir rastrear uma transação do início ao fim. O mesmo padrão deveria ser inegociável para qualquer operação comercial: saber exatamente de onde veio cada receita, sem depender de estimativa, é o que um bom dashboard de receita resolve.
Infraestrutura bem construída atrai capital e parceria, mesmo em escala pequena. As empresas mais valorizadas no ecossistema de ativos digitais são as que construíram a infraestrutura mais confiável, não necessariamente as mais visíveis. O paralelo para PME: operação com dado organizado e processo real inspira mais confiança em investidor, parceiro e cliente grande do que qualquer material de marketing.
# O que isso significa para quem já é ou pensa em ser cliente da BOW 360
Participar de um evento desse porte, representando uma trilha institucional ao lado de reguladores e bancos, não muda o trabalho do dia a dia. Continuamos fazendo diagnóstico, estruturando funil de vendas, implementando automação e organizando dado para PMEs brasileiras.
Se sua empresa já sente na pele o custo de operar sem rastreabilidade real (leads perdidos entre marketing e vendas, forecast que não bate, dado espalhado em planilha e CRM que não conversam), o princípio é o mesmo que levamos ao Blockchain.RIO: infraestrutura confiável não é sobre ferramenta cara, é sobre critério e processo que não dependem de memória individual.
# Perguntas frequentes
O que é o Blockchain.RIO?
Blockchain.RIO é o maior evento institucional de blockchain e ativos digitais da América Latina, realizado no Rio de Janeiro reunindo reguladores, instituições financeiras, provedores de infraestrutura e líderes globais de mercado que discutem a evolução da tokenização, stablecoins e finanças digitais na região. O evento conta com mais de 500 palestrantes e participação de instituições como CVM, Banco Central do Brasil, grandes bancos e empresas globais de infraestrutura financeira.
Por que a BOW 360 participou de um evento de blockchain?
A BOW 360 foi convidada pelo Sebrae RJ para integrar a trilha institucional do evento, representando a aplicação de princípios de infraestrutura de confiança e rastreabilidade de dado, centrais na discussão sobre ativos digitais, ao contexto de operações comerciais de pequenas e médias empresas, através da disciplina de RevOps.
O que RevOps tem a ver com blockchain?
Os dois resolvem uma versão do mesmo problema estrutural: garantir que informação, seja transação financeira, seja dado de venda, seja rastreável, confiável e não dependa de confiança cega em intermediário ou memória individual. Blockchain aplica isso a ativos digitais e sistemas financeiros; RevOps aplica o mesmo princípio à operação comercial de uma empresa.
Como o Sebrae RJ está envolvido com o Blockchain.RIO?
O Sebrae integra o programa institucional do Blockchain.RIO como uma das trilhas oficiais do evento, ao lado de fóruns como Stablecon, Global Finance Forum e AI Frontiers, representando o interesse e a relevância da transformação de infraestrutura digital também para pequenas e médias empresas brasileiras, não só para grandes instituições financeiras.
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